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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Brasas



Um carvão em brasas, isso que somos. Nos embriagamos com a violência, com o assobio demasiado do vento. Submissos as certas influencias meteorológica e morais, quaisquer que sejam elas.

Nossa performance não é honesta para conosco, quando o vento nos abandona começamos a dar inicio a tragédia. Incontestavelmente aderimos a doenças psicossomáticas, sentimo-nos  fracos, sem direito de olhar para o alto.
A conseqüente negação a vida, em exercer calor para com aqueles que sem estimulação alguma (impessoal), mas fazem sim por VONTADE, nos impulsiona para mais longe de uma possível redenção.

Nosso brilho ígneo depende de virtudes impessoais.  O essencial é ascendemos vitoriosos pelos próprios esforços, ou desdenhar da nossa capacidade e esperar que alguém joguem água de uma vez por toda em nossa vida.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Carpe Diem




Iniciou o dia, e nas primeiras horas da manha o Sol revelava-se a todos. Com sua dimensão estética ele avança paciente para o campo da nossa existência, e, como numa apresentação moderna, nós  progressivamente compreendemos o que a sua luz propõe. É como  que cada pessoa no mundo participasse de uma exposição artística particular e sensível a sua realidade.

Com uma perspectiva social,  sol sistematicamente é autorizado a participar da vivencia das pessoas, no lugar onde quer que elas estejam. Estrategicamente ele aproxima-se do espectador acompanhando sua dinâmica diária. Distribuindo-se pelo espaço, o Divino Astro de Luz sutilmente interfere nos elementos que compõem o cenário humano. O espetáculo aprofunda-se na medida que os participantes tornam-se conscientes da sua participação no celeste teatro dramático.

Em cada apresentação ao qual a excelsa estrala circula, um novo estilo de vida é posto em seu museu. Para muitos a identidade impertinente  do sol furta-os o estilo artístico, e em excesso a mentalidade. Todavia, o Sol ornando a cabeça com estrelas de louros jamais se esqueceu que, somos nós publico/ator que recebemos no começo da vida abraços, e logo no final recebemos as flores.


Ronan D’arte .’.



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

23 de Novembro.


 


De geração em geração, a linha do sorriso torna-se um simples adorno, uma mera superfície na minha face. Perplexo, não consigo indicar “coisas” novas que venham trazer alegria ao meu coração. Hoje é um dia desagradável, não tão somente pelas funções naturais que ele (o dia) exerce sobre mim... ah! Mais simplesmente é porque observo que não é uma calunia a afirmação que nasceu da minha razão: “o fim de viver os sonhos esta chegado”. E não há como esconder-se disso.

Então:

feliz aniversario para mim”

Amada desconhecida


À minha querida.



Agradeço ao D’us benevolente por sempre tê-la adjunto de mim. Por constantemente derramar do seu Divino Amor, a fim de dividir-mos uns com os outros.

Sou grato a você minha amada, por dividir o seu sorriso comigo, a sua confiança cotidiana, pelo seu compromisso em não deixar-me só. Esta é a súmula da minha diaria gratidão.

Permita-me dizer (c0m toda ternura) que Amo-te. Deixe-me abençoa-la, da-me a esperança de protege-la.
Escute as mensagens que meu coração tem para te dizer, muitas não consigo externar, porém o seu coração pode sentir.

O Amor é para sempre.

Do meu coração para o seu.

Leia meus olhos!


Ps.: Para a mulher que me foi destinada, embora eu ainda não a conheça.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

(Love in calmness.)

Amar em sossego  

Wall paper pride and prejudice.


Eu aprendir que nenhuma bobagem (até aquelas que fustigam as berreiras do limite ) podem conter conter o Amor, pois o tempo tudo suporta e aqueles que são revolvidos e se enchem, nutrem-se do Amor tem suas feridas saradas.

Sou contra a crença errônea de que a milher ideal e a “bonita de corpo”, concentro-me muito mais nas qualidades. Exemplo: a adoravel sensibilidade feminina.

Nesta estrada em que os apaixonados peregrinam  (as vezes exaustos por ser um caminho longo, mas sempre de sorriso lápido). Aprende-se a respeitar as imperfeições da pessoa amada.

Isso chama-se...

Amor.

Amamos de forma frofunda, e, tudo que faz-se nestes instantes, (nesta realidade que ambos crearam)  é uma pálida demostração que consegue-se externar do sentimento que sentimos verdadeiramente.

Ao escrever este texto, a  minha pena mergulhou em alegria, inebriou-se. É inefável a afeição que sentimos pelo temperamento da pessoa que nos escolhemos para amar. Logra-se um tempo aureo, excelso muitos mais que o começo de um paixão.

Faz-se necessário confiança, e, crer que nestas poucas palavras existe o suficiente para uma compreesão do Amor ao qual sentimos...

...e

Jamais sossegar esse o desejo do nosso coração.





Ronan D’arte   .’.
14/11/11

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Olhar monstruoso


 (Diones Barros dos Reis  † 11/11/11)



Meus olhos gotejam lágrimas de sangue
Ao sentir o triste encanto se acabando lentamente
Era um sorriso belo muito reluzente
As chamas ardesntes provocam o medo e semeiam o pânico
Não viver matando, matar pra viver tranquilo
Sentimento obscuro, revolta por temer algo que conheço
A lança dos dois lados atravessa minha alma
Que sente o frio da noite e acredita que faz tempo bom
Gritos ecoam, foi um pesadelo num belo dia bem mentiroso
Olho, vejo, sinto, mas porque não acredito que estou com medo
O ser mais pensante e mais correto
Fugir é uma solução que muito quero
Mas do que estou fugindo,
Se nem sei por que estou?
Em todos os lugares vejo dois seres monstruosos
Que não fazem o bem
Eu e meu reflexo no espelho.


Diones dos Reis um dos finalistas do VII Festival de Arte e Poesia


“Tudo que quiseres seja o motivo de viver e seguir a luz de D’us”

(Magrão [Diones ])

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Dentre muitos, um.

E Pluribus unum

Dorian Gray


Longe dos olhos igneos do mundo, alguém vaga em meio a selva dantesca. No seu rosto vê-se apenas uma forma incongluente, resquicios escuros de uma silhueta humana. Tão pouco manisfesta-se os sentimentos no ser, no setentrião e no explendor rutilante do incognoscível

Da mesma forma que a alma é expulsa do corpo dado a morte, tudo o que tranquiliza um homem (HOMEM?) foi tirado dele, e ambos dissiparam-se no cárcere, peregrinando em paralelo para além do limite do mundo.





quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Eis-me aqui democracia

Eis-me aqui democracia
(ronan D’arte de freitas)




VI Festival de Artes e Poesia 2006



Almejo ouvir o silêncio se desvanecer,
Em terra estéril semeio vontade,
Meu coração não está em exílio,
Aqui estou eu.

O desencanto quer abraçar-me
E censurar minhas palavras,
Entretanto, sucumbe no cansaço
E deleita na solidão,
Aqui estou eu.

Queres monopolizar vidas?
Não serei indiferente,
Agore te darei meu sangue,
Não mais viverei utopia mórbida
Aqui estou eu.

Sei que lutas por mim,
Mas quem lutará por você?
Sou a esperança,
Sua realidade.
Aqui estou eu.

Autocracia, politicagem
Oque são?
Talvez o sepulcro da vida débio,
Todavia o sonho é assaz
E sempre prevalecerá.
Estamos aqui.


Troféu de Melhor Poesia 




Primeiro colocado no VI Festival de Arte e Poesia (2006)

Sonhos de Igualdade





VII Festival de Arte e Poesia: Caçador de mim 2007 




Por mero acaso encontrei-me desvanecido
com rosto rubro na escuridão,
aos poucos o ser que ali ofegava,
rutilava progressivamente
como sol de primavera
antes pelo contrário

fosse igual as folhas mortas de outono

Sou um fecundo pensamento ideológico 

que abraça imagens faveladas
 que necessita de vida
que consome pecado.

Amparo sobras da realidade
 que repudiam e devoram calor

choro sonhos de igualdade
os quais destroem e edificam o amor.



Troféu de Melhor Poesia


Primeiro colocado no VII Festival de Arte e Poesia
Ronan Duarte de Freitas -turma 336 - Escola Estadual Augusto Antunes - Santana -AP