quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Dentre muitos, um.

E Pluribus unum

Dorian Gray


Longe dos olhos igneos do mundo, alguém vaga em meio a selva dantesca. No seu rosto vê-se apenas uma forma incongluente, resquicios escuros de uma silhueta humana. Tão pouco manisfesta-se os sentimentos no ser, no setentrião e no explendor rutilante do incognoscível

Da mesma forma que a alma é expulsa do corpo dado a morte, tudo o que tranquiliza um homem (HOMEM?) foi tirado dele, e ambos dissiparam-se no cárcere, peregrinando em paralelo para além do limite do mundo.





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